PARADIGMA
Nao me misturo aos muitos
Misturo-me a os poucos como eu
Os poucos sem voz
De poucas vontades na vida
De todas revoltas do mundo.
Nao me fecho em mim
Deixo que me abram vivo
Extraindo do meu ser
O pouco que ainda guardo.
Nao me apego ao mundo
Tao pouco noto outras faces
Busco os espaços frios
Escondo-me na dobra das sombras.
Nao tento existir para o visivel
Palavras bonitas dignas de aplausos
Acabo-me estatelado e escaupelado
Pela minha propria ignorancia.
22/JUL/2011
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