No meio da multidao ninguem interressante
Alguem do lado nao te prende a atençao
De vez em quando ameaça chover forte
Pouco a pouco a noite vai perdendo a graça...
Garrafas caidas ao chao
Muitos embriagados em volta de mesas
Copos e copos vazios
Um imenso espaço continua no coraçao.
28/jul/2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
PARADIGMA
Nao me misturo aos muitos
Misturo-me a os poucos como eu
Os poucos sem voz
De poucas vontades na vida
De todas revoltas do mundo.
Nao me fecho em mim
Deixo que me abram vivo
Extraindo do meu ser
O pouco que ainda guardo.
Nao me apego ao mundo
Tao pouco noto outras faces
Busco os espaços frios
Escondo-me na dobra das sombras.
Nao tento existir para o visivel
Palavras bonitas dignas de aplausos
Acabo-me estatelado e escaupelado
Pela minha propria ignorancia.
22/JUL/2011
Nao me misturo aos muitos
Misturo-me a os poucos como eu
Os poucos sem voz
De poucas vontades na vida
De todas revoltas do mundo.
Nao me fecho em mim
Deixo que me abram vivo
Extraindo do meu ser
O pouco que ainda guardo.
Nao me apego ao mundo
Tao pouco noto outras faces
Busco os espaços frios
Escondo-me na dobra das sombras.
Nao tento existir para o visivel
Palavras bonitas dignas de aplausos
Acabo-me estatelado e escaupelado
Pela minha propria ignorancia.
22/JUL/2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
SOBERANO
Ando perdido por aí
Como se em qualquer lugar fosse encontrar-me
Ditando frases de animo solitariamente
Preparando minha carcaça para o momento final.
Na existencia do mundo,passo invisivel
Trancado em mim as sete chaves
Com poucas palavras aniquilo-me
Sem sorrisos,sinto a falta de amigos
Olhar para a lua com alguem do lado.
Nao sei curar minhas chagas
Defender-me dos meus demonios
Deixo-os levarem-me para baixo
Ao fim do poço.
Nao escuto som algum
E os sons que escuto nao me interressam
Buscar olhos perdidos na noite
Voltar sem um olhar para o meu
Cauterizar no meu eu a insignia:
Apenas um homem fragil.
É tao triste e cruel
Sair de sua propria masmorra
Onde o carrasco pode ser qualquer um
Que devolve suas palavras sem escuta-lo
Fingindo piedade enquanto voce agoniza
Pedindo ajuda sem olhar para as faces
Sem distinguilas entre verdadeiras e falsas
No horror do teatro da vida real.
20/OUT/201O
Ando perdido por aí
Como se em qualquer lugar fosse encontrar-me
Ditando frases de animo solitariamente
Preparando minha carcaça para o momento final.
Na existencia do mundo,passo invisivel
Trancado em mim as sete chaves
Com poucas palavras aniquilo-me
Sem sorrisos,sinto a falta de amigos
Olhar para a lua com alguem do lado.
Nao sei curar minhas chagas
Defender-me dos meus demonios
Deixo-os levarem-me para baixo
Ao fim do poço.
Nao escuto som algum
E os sons que escuto nao me interressam
Buscar olhos perdidos na noite
Voltar sem um olhar para o meu
Cauterizar no meu eu a insignia:
Apenas um homem fragil.
É tao triste e cruel
Sair de sua propria masmorra
Onde o carrasco pode ser qualquer um
Que devolve suas palavras sem escuta-lo
Fingindo piedade enquanto voce agoniza
Pedindo ajuda sem olhar para as faces
Sem distinguilas entre verdadeiras e falsas
No horror do teatro da vida real.
20/OUT/201O
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