domingo, 9 de outubro de 2011

TE AMO,ORGIA

Por entre lençois perco-me
Beijando bocas sem saber o dono
Ambos os generos defamam-me
As vezes sao tantos que nem conto


Nao procuro saber se é amor
Deixo a libido travar -me a vontade
Nao procuro um par de maos que me acalentem
Procuro uma porçao de dedos que me satisfaçam


Quero fechar os olhos e sentir-me inteiro
Chegar ao apice entre carinho e truculencia
Esquecer no outro dia o nome,estereotipo ou endereço
O gosto que teve o beijo


Incontaveis sussurros e torçoes
Encaixes delicados
E apertoes firmes


No dia seguinte ver as mesmas coisas:


O sol pela janela
O corpo cansado
O quarto em silencio


E aquela sensaçao sempre preguntando:
-Sera que valeu apena?


09-10-2011

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